Estudante fazem passeata pelo Passe-Livre Estudantil em Teixeira de Freitas

Por Pablo Carvalho

Na manhã desta quarta feira 28 de junho, centenas de estudantes das escolas estaduais e universitários saíram as ruas de Teixeira de Freitas, para protestar pelo não cumprimento da lei do passe-livre estudantil.

Desde o ano de 2013 que os estudantes passaram a contar com o beneficio, na atual gestão, o direito foi cancelado e o poder executivo não informa a população o que está acontecendo.

Ao sair em passeata os estudantes gritavam: “Não tem arrego você tira o passe-livre, e eu tiro seu sossego!” e também “Boi, boi, boi, boi da cara preta se não tem passe livre agente pula a roleta!”, entre outras palavras de ordem.

Antes de terminar o movimento de hoje os estudantes decidiram que na próxima semana vai ter mais.

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UNEB realiza atividade da 2º jornada agroecológica

Por Pablo Carvalho

Nesta terça feira, 02 de maio de 2017, no auditório da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, foi realizado o debate “Educação não é mercadoria – Defesa da Educação Publica como Direito”, que faz parte das atividades da 2º Jornada Universitária em defesa da Reforma Agrária da UNEB/CampusX.

As atividades da Jornada tiveram início no dia 17 de abril, e se estenderão até o dia 31 de maio, quando será finalizada com uma feira de produtos orgânicos.

A mesa intitulada “Educação não é mercadoria”, foi composta pelos debatedores: SINDUFSB (Lilian), SINASEFE (Antonio), APLB (André), movimento estudantil da UNEB (Vitor), UNEB/professor (Celso), Pablo (UJS – União da Juventude Socialista) e Luzeni/UNEB – (Mediadora).

Todos os debatedores apresentaram pontos dos descaminhos que a educação publica está passando, desde a tentativa do projeto de lei “Escola sem Partido”, até a reforma do ensino médio, quanto a questão do financiamento da educação.

Ao termino, debatedores e participantes, saíram convencidos que está em curso um projeto perverso para a educação no Brasil, e que é preciso resistir para não perder o que nos resta.

 

 

 

 

APLB Sindicato lidera manifestações do mês de março em Teixeira de Freitas

Por: Pablo Carvalho

Manifestação do dia 15 de março

Esse mês de março de 2017 entra para a história de Teixeira de Freitas. Nos dias 15, 16, 17 e 31 liderados pela APLB sindicato, UJS, CTB, CUT, MST e outros sindicatos e organizações do movimento social um “mar” de gente foi as ruas lutar contra os retrocessos do governo ilegitimo de “MT” da lista de alcunhas da Odebrecht.

Professora Brasília no microfone

No dia 15 os manifestantes protestaram contra a lei da terceirização e a reforma da previdência, que segundo a Professora Brasília, “acaba com a aposentadoria dos professores e principalmente das mulheres”, uma vez que acaba com a aposentadoria especial para professores e indiscriminadamente põe homens e mulheres em “igualdade” de idade para aposentar, a partir dos 65 anos.

Em assembleia, professores municiais e estaduais aprovam estado de greve

No dia 16 na Praça da Independência(popularmente chamada de “Praça da Bíblia), foi mantido o estado de greve dos professores das redes, municipal e estadual.

Audiência publica sobre a reforma da previdência com o Deputado Federal Davidson Magalhães(PC doB)

Já no dia 17, na Câmara Municipal dos Vereadores, foi realizada uma audiência publica pelo Deputado Federal Davidson Magalhães(PC do B), para discutir as perdas para os trabalhadores caso a reforma da previdência seja aprovada.

Por fim, no dia 31, o tom da manifestação foi exclusivamente sobre a reforma da previdência e contra o governo de “MT”. Aos gritos de “Ai, ai ai ai… se lutar a reforma cai”, e o inconfundível “Fora Temer”, os manifestantes buscaram sensibilizar a sociedade dos retrocessos em curso no país e mostraram sagacidade para resistir.

O Fim dos três patetas que queriam prender Lula

lReproduzido do sítio eletrônico do Presidente Lula.

O trio de promotores estaduais de São Paulo José Carlos Blat, Cássio Conserino e Fernando Henrique Araújo, que pediram a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por uma rejeitada acusação de Obstrução da Justiça, não conseguem manter seus nomes longe da imprensa, tal a capacidade dos três em se envolver em polêmicas e confusões.

Desde que pediram a prisão de Lula – rapidamente negada pela Justiça – eles já se declararam suspeitos de conduzir as uma investigação sobre o ex-presidente, já foram acusados pela Justiça de forjar flagrante em outro processo investigatório, já confundiram publicamente nomes de filósofos conhecidos e até protagonizaram um “barraco” nada protocolar com uma juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Veja, abaixo, uma lista com as principais façanhas do trio que tentou prender o ex-presidente Lula.

– Pedidos esdrúxulos em casos de repercussão

Sempre em busca de holofotes, José Carlos Blat é conhecido por atuar em casos envolvendo figuras públicas ou assuntos que causam comoção geral. Ele já atuou em casos como da Favela Naval, da Máfia dos Fiscais e, mais recentemente, da Bancoop, a cooperativa habitacional dos bancários que enfrentou problemas financeiros e acabou por vender alguns de seus empreendimentos à construtora OAS.

No caso da Bancoop (que, por uma derivação criada pelos promotores, acabou por levar ao pedido de prisão de Lula), alguns de seus pedidos foram de tal forma draconianos que geraram espanto do juiz que os apreciou, como pode ser lido neste trecho da decisão judicial negando pedidos de Blat, datada de abril de 2012:

“A partir do momento em que este inquérito passou a ter tamanha repercussão política, é preciso que cada decisão ou providência tomada esteja ainda mais firmemente embasada em elementos de prova e de direitos sólidos e claros. Quanto ao item 6 (bloqueio imediato de todas as contas bancárias, fundos e aplicações da Bancoop), observo que é manifesto seu descabimento e despropósito nestes autos, sendo de rigor o pronto indeferimento.”

– Suspeita de forjar flagrante contra dono de boate

Na mais recente confusão em que se meteu, José Carlos Blat se tornou suspeito de forjar um flagrante contra Oscar Maroni, dono da boate Bahamas. Há sete anos, Maroni era acusado por Blat de coagir testemunhas. Agora, ao fim do processo, Maroni foi inocentado, enquanto o promotor passou para o papel de acusado de ter forjado um flagrante.

Maroni era acusado crimes de favorecimento à prostituição e manutenção de local destinado a encontros libidinosos.  Ele chegou a ser preso em flagrante, com o carro estacionado em frente ao prédio da mulher que iria depor contra ele, sua ex-namorada Vivian Milczewsky.

Durante o processo da 5ª Vara, no qual Blat atuava, Vivian disse que o empresário estava fazendo ameaças para ela não testemunhar. Apresentou mensagens de celular e áudios como provas.

Mas, na hora de testemunhar em frente ao juiz, Vivian falou o contrário do que Blat afirmava que ela iria dizer: disse que não sofreu nenhuma pressão, que se falou o contrário foi para se vingar de Maroni, que o promotor tinha elaborado um plano junto com ela para que o empresário fosse preso.

Diante disso, até a promotora que atuava no caso junto com Blat pediu a absolvição de Maroni. A juíza Tatiana Vieira Guerra acolheu pedido de defesa e da acusação e, atendendo a pedido da promotora, a juíza pediu à Procuradoria-Geral de Justiça que a entidade investigue as acusações feitas contra o promotor José Carlos Blat.

– Autodeclaração atrasada de suspeição

Se os outros dois promotores colegas de Blat no caso frustrado contra Lula não são suspeitos de forjar flagrante, se autodeclararam, na semana passada, suspeitos para conduzir procedimentos investigatórios contra o ex-presidente.

Quer dizer, sete meses após imputarem a Lula o crime de obstrução de Justiça e pedirem sua consequente prisão por causa disso, Cássio Conserino e Fernando Henrique Araújo admitiram que não devem trabalhar em casos envolvendo Lula. O motivo? Não revelaram, disseram apenas ser “questão foro íntimo”.

Para o advogado dos diretores da Bancoop, Rubens de Oliveira, a situação é muito inusitada. “É questionável tudo que ele fez até agora. Mas por que é suspeito só agora? Espero que a juíza peça para ele se manifestar. Não é usual que tenha de explicar foro íntimo, mas acredito que, nesse caso, ele precisa explicar”, disse.

“Barraco com juíza do TJ-SP”

Em outubro deste ano, o trio de promotores protocolou um documento acusando o Ministério Público Federal no Paraná e a equipe de procuradores da Operação Lava Jato de organizarem um conluio com uma juíza paulista e montar uma denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas com base em “achismos”, no que se refere ao apartamento no Guarujá cuja propriedade é da OAS, mas que os procuradores da Lava Jato insistem em dizer que é “propriedade oculta” de Lula.

Em sua reclamação à juíza paulista Maria Priscilla Veiga de Oliveira, que entregou o caso ao Ministério Público Federal do Paraná, para ser julgado pelo juiz Sérgio Moro, Conserino abre mão da etiqueta forense e se dirige à magistrada em linguajar pouco comum no âmbito do Judiciário, além de dar início e encerrar o documento sem as cordialidades de praxe. “Aqui tem Ministério Público! Aqui tem Promotores de Justiça que fizeram uma denúncia com convicção. Não denunciamos com base em achismo”, afirmou Conserino, comparando seu trabalho ao dos procuradores do MPF-PR.

Tudo isso disseram os promotores só para, dois meses depois, admitirem que não podem conduzir investigações envolvendo Lula e o prédio do Guarujá, por serem suspeitos, “por motivo de foro íntimo” não revelado.

Minirreforma trabalhista vai permitir jornada de 12 horas diárias

alx_dilma-temer-20151124-0005_originalA proposta de Medida Provisória – MP apresentada pelo governo Temer pode elevar a jornada de trabalho diário até 12 horas, além de acabar com a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

Essa minirreforma trabalhista vai retirar direitos que levaram 70 anos para se consolidar, as férias por exemplo vai poder ser dividida em 3 vezes.

Para o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese, o Brasil está indo na contramão de suas necessidades. “O que precisamos é de um conjunto de iniciativas que mobilizasse investimentos e retomasse o consumo interno, um Estado assumindo papel de indutor da economia. Porém, no lugar, Temer oferece um receituário que não dará conta dos desafios do país”, defendeu o Departamento.

As centrais sindicais mandam avisar: vai ter luta!